
Uma coleção de roupas foi criada a pensar na sua função mais básica: proteger-nos das agressões exteriores. Estas peças repelem a gripe, as constipações e uma série de germes e bactérias, além de 'comerem' o pó, permitindo a quem a usa respirar ar mais puro.
É roupa, mas funciona como repelente de diversos tipos de germes, bactérias e até pó. Além disso, não precisa de ser lavada porque mantém a sujidade afastada.
Da colaboração entre cientistas, engenheiros e um estudante de design da Cornell University, em Nova Iorque, Estados Unidos, nasceu uma colecção de roupa funcional que faz tudo isto, e mais qualquer coisa.
As peças são únicas, já que integram minúsculas nanopartículas desenhadas para reter viroses e bactérias, embora à primeira vista pareçam roupas comuns.
O truque para a sua função protectora parece ser a utilização de nanopartículas com o mesmo tamanho dos vírus e bactérias que se pretende captar.Se já se prevêm práticas e úteis no quotidiano, imagine o que estes tecidos protectores podem valer em caso de guerra química ou biológica. Estas últimas vantagens já levaram inclusivamento o projecto a ser apresentado a forças militares.
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O pormenor de não precisarem de ser lavadas, pelo menos com tanta frequência, prende-se com o facto de estas roupas serem compostas por partículas tão pequenas que se torna muito mais difícil, em comparação com peças normais, absorverem sujidade e nódoas.
As partículas utilizadas na confecção deste fatos medem entre 5 a 20 nanometros (cada nanometro (nm) corresponde a um milionésimo de milímetro). Elas aderem ao tecido de algodão porque ambos têm cargas electroestáticas opostas.
São metais capazes de reconhecer vírus e bactérias específicos e, consequentemente, 'encurralá-los'.
Por enquanto, os fatos custam centenas de dólares mas, uma vez que a tecnologia esteja mais desenvolvida, é bem provável que o preço caia.
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